30/07/2011, Sábado - Horário 19:00
31/07/2011, Domingo - Horário 18:00
Longa-metragem / Sonoro / Ficção
Duração: 124min
Ano: 2010
País: Brasil
Gênero: Drama
Direção e Produção: Daniel Filho
Roteiro: Marcos Bernstein (baseado em livro de Marcel Souto Maior)
Fotografia: Nonato Estrela
Edição: Diana Vasconcelos
Música: Egberto Gismonti
Direção de Produção: Luiz Henrique Fonseca
Som Direto: Carlos Alberto Lopes
Direção de Arte: Cláudio Amaral Peixoto
Figurino: Bia Salgado
Elenco: Nelson Xavier
Ângelo Antônio
Matheus Costa
Tony Ramos
Christiane Torloni
Giulia Gam
Letícia Sabatella
Luis Melo
Pedro Paulo Rangel
Giovanna Antonelli
André Dias
Paulo Goulart
Cássia Kiss
Cassio Gabus Mendes
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quarta-feira, 27 de julho de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Mostra Cinema e Cangaço - Curtas
23/07/2011, Quarta-Feira - Horário 20:00
Duração: 15min
Ano: 1982
País: Brasil
Gênero: Documentário
Duração: 12min
Ano: 1959
País: Brasil
Gênero: Documentário
O Homem da Mata
Curta-metragem / Sonoro / Ficção
Duração: 18min
Ano: 2004
País: Brasil
Gênero: Suspense
Direção: Antonio Luiz Carrilho
Roteiro: José Borba da Silva
Antônio Luiz Carrilho de Souza Leão
Guilherme Sarmiento.
Direção de Atores: Manoel Carlos
Produção Executiva: Rosa Melo.
Direção de Produção: Renato Pimentel
Direção Fotografia: Mariano Pikman
Montagem: Karen Barros
Rodrigo Savastano
Direção de Arte: Antônio de Olinda
Cristiano Sidoti
Daniela Brilhante
Lourival Batista.
Técnico de Som Direto: Osman Assis
Bárbara de Lito
Sound Designer: Luiz Eduardo Carmo
Elenco: Hermila Guedes
Lourival Batista
Nerisvaldo Alves
Simião Martiniano
Soraia Silva
Jones Melo
Jonathans Ferreira Lucena
José Borba da Silva
Para encerrar a mostra Cinema e Cangaço, três curtas-metragem:
A Musa do Cangaço - Visão interna do cangaço feita por Dadá, mulher de Corisco, subtenente do grupo de Lampião. Ela presta um depoimento sobre sua vivência entre os cabras de Lampião, “o rei do cangaço”, destacando sua forma de organização como grupo, o modo de comportamento, a luta pela sobrevivência, os códigos de honra, as táticas de guerrilha aplicadas e os amores dos cangaceiros. O documentário se propõe revelar o papel da mulher e sua participação efetiva nesse fenômeno de luta armada no Nordeste brasileiro.
Lampião (O Rei do Cangaço) - Em 1936 o cinegrafista Benjamin Abrahão obteve autorização para acompanhar e filmar o grupo de Lampião. Durante vários meses, ele conviveu com os cangaceiros, fotografando e filmando o dia a dia do grupo bandoleiro. Orgulhosos de sua condição, os principais membros do grupo aparecem ostentando suas armas e habilidades de combate na caatinga. Maria Bonita e Lampião surgem em instantes de tensão e de descontração, ressaltando a harmonia do bando e, sobretudo, o rigor da vida de cangaceiro. As imagens, as únicas já feitas do bando, foram apreendidas logo após a primeira exibição, consideradas antagonistas do regime de Getúlio Vargas e comprometedoras da ordem pública. Esquecidas durante 20 anos nos porões do DIP, apenas em 1959 essas imagens foram novamente exibidas, ganhando, dessa vez, o título de Lampião (o rei do cangaço) e uma narração em off.
O Homem da Mata - José Borba da Silva, ator, canavieiro, cantor, pai-de-santo e artista da cultura popular, interpreta Jack, o vingador justiceiro, super-herói defensor dos trabalhadores da Zona da Mata Atlântica do Nordeste do brasil. Na fronteira entre o documentário e a ficção, o filme faz um resgate de José Borba, ator, canavieiro, cantor, compositor, pai-de-santo, artista da cultura popular, que interprete Jack, o vingador justiceiro, protetor dos canavieiros. Filmado nas cidades de Aliança e Condado, na Zona da Mata pernambucana. É a segunda direção em cinema de Antônio Luís Carrilho; realizou antes o curta Sociobiologia (2000).
Para Saber Mais Sobre os Filmes, clique AQUI, AQUI e AQUI
A Musa do Cangaço
Curta-metragem / Sonoro / DocumentárioDuração: 15min
Ano: 1982
País: Brasil
Gênero: Documentário
Direção: José Umberto
Assistente de Direção: Gilmar Fraga
Depoimentos: Sérgia da Silva Chagas (“Dada”)
Direção de Produção: Márcia Vergne
Direção Fotografia: Vito Diniz
Montagem: José Umberto
Técnico de Som Direto: Alcyvando Luz
Sound Designer: José Umberto
Assistente de Direção: Gilmar Fraga
Depoimentos: Sérgia da Silva Chagas (“Dada”)
Direção de Produção: Márcia Vergne
Direção Fotografia: Vito Diniz
Montagem: José Umberto
Técnico de Som Direto: Alcyvando Luz
Sound Designer: José Umberto
Lampião (O Rei do Cangaço)
Curta-metragem / Sonoro / DocumentárioDuração: 12min
Ano: 1959
País: Brasil
Gênero: Documentário
Direção: Benjamin Abrahão
Empresa Produtora: Al Ghiu Filmes
Produção: Alexandre Wolfe e Al Ghiu
Direção Fotografia: Benjamin Abrahão
Elenco: Virgulino Ferreira (Lampião)
Empresa Produtora: Al Ghiu Filmes
Produção: Alexandre Wolfe e Al Ghiu
Direção Fotografia: Benjamin Abrahão
Elenco: Virgulino Ferreira (Lampião)
Maria Bonita
Benjamin Abrahão
Mergulhão
Pancada
Virgínio
Durvinha
Fino
Ezequiel Ponto
Quinta-feira
Luís Pedro
Elétrico
Caixa deFósforo
Enedina
Cajarana
Diferente
O Homem da Mata
Curta-metragem / Sonoro / Ficção
Duração: 18min
Ano: 2004
País: Brasil
Gênero: Suspense
Direção: Antonio Luiz Carrilho
Roteiro: José Borba da Silva
Antônio Luiz Carrilho de Souza Leão
Guilherme Sarmiento.
Direção de Atores: Manoel Carlos
Produção Executiva: Rosa Melo.
Direção de Produção: Renato Pimentel
Direção Fotografia: Mariano Pikman
Montagem: Karen Barros
Rodrigo Savastano
Direção de Arte: Antônio de Olinda
Cristiano Sidoti
Daniela Brilhante
Lourival Batista.
Técnico de Som Direto: Osman Assis
Bárbara de Lito
Sound Designer: Luiz Eduardo Carmo
Elenco: Hermila Guedes
Lourival Batista
Nerisvaldo Alves
Simião Martiniano
Soraia Silva
Jones Melo
Jonathans Ferreira Lucena
José Borba da Silva
Para encerrar a mostra Cinema e Cangaço, três curtas-metragem:
A Musa do Cangaço - Visão interna do cangaço feita por Dadá, mulher de Corisco, subtenente do grupo de Lampião. Ela presta um depoimento sobre sua vivência entre os cabras de Lampião, “o rei do cangaço”, destacando sua forma de organização como grupo, o modo de comportamento, a luta pela sobrevivência, os códigos de honra, as táticas de guerrilha aplicadas e os amores dos cangaceiros. O documentário se propõe revelar o papel da mulher e sua participação efetiva nesse fenômeno de luta armada no Nordeste brasileiro.
Lampião (O Rei do Cangaço) - Em 1936 o cinegrafista Benjamin Abrahão obteve autorização para acompanhar e filmar o grupo de Lampião. Durante vários meses, ele conviveu com os cangaceiros, fotografando e filmando o dia a dia do grupo bandoleiro. Orgulhosos de sua condição, os principais membros do grupo aparecem ostentando suas armas e habilidades de combate na caatinga. Maria Bonita e Lampião surgem em instantes de tensão e de descontração, ressaltando a harmonia do bando e, sobretudo, o rigor da vida de cangaceiro. As imagens, as únicas já feitas do bando, foram apreendidas logo após a primeira exibição, consideradas antagonistas do regime de Getúlio Vargas e comprometedoras da ordem pública. Esquecidas durante 20 anos nos porões do DIP, apenas em 1959 essas imagens foram novamente exibidas, ganhando, dessa vez, o título de Lampião (o rei do cangaço) e uma narração em off.
O Homem da Mata - José Borba da Silva, ator, canavieiro, cantor, pai-de-santo e artista da cultura popular, interpreta Jack, o vingador justiceiro, super-herói defensor dos trabalhadores da Zona da Mata Atlântica do Nordeste do brasil. Na fronteira entre o documentário e a ficção, o filme faz um resgate de José Borba, ator, canavieiro, cantor, compositor, pai-de-santo, artista da cultura popular, que interprete Jack, o vingador justiceiro, protetor dos canavieiros. Filmado nas cidades de Aliança e Condado, na Zona da Mata pernambucana. É a segunda direção em cinema de Antônio Luís Carrilho; realizou antes o curta Sociobiologia (2000).
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segunda-feira, 18 de julho de 2011
Mostra Cinema e Cangaço - O Cangaceiro
20/07/2011, Quarta-Feira - Horário 20:00
23/07/2011, Sábado - Horário 19:00
Longa-metragem / Sonoro / Ficção
Duração: 90min
Ano: 1953
País: Brasil
Gênero: Aventura
"O cangaceiro Galdino e seu bando semeiam o terror pela caatinga nordestina. Com a intenção de pedir um alto resgate, Galdino rapta a professora Olívia, durante um assalto do grupo a um pequeno lugarejo. Teodoro, lugar-tenente do capitão Galdino, apaixona-se por Olívia, sendo prontamente correspondido. Impulsionado por seu amor, ele resolve libertar Olívia."
"O clássico de Lima Barreto é a apoteose de uma cinematografia brasileira
que procurava se pautar pelo cinema internacional de sua época.
O projeto da Companhia Vera Cruz tratava de promover a industrialização
do setor mediante um diálogo assumido com as grandes linhas do
cinema de estúdio europeu e norte-americano. Daí a frequência com
que vemos a brasilidade de O cangaceiro cruzar com práticas e técnicas
hollywoodianas."
"O modelo do western parcialmente aclimatado ao Nordeste brasileiro
(rodado no interior de São Paulo) tem elementos bastante característicos,
como a cidadezinha aterrorizada por bandidos, o sequestro da mocinha,
o par romântico e as relações de ciúme, a fuga, a perseguição etc.
Outro gênero que perpassa O cangaceiro é o do filme musical. Das
molduras inicial e final sonorizadas pela canção Muié rendera à longa
sequência da festa do bando, passando pela suntuosa trilha orquestral
de Gabriel Migliori, quase tudo no filme respira música. Na festa
noturna, especialmente, a decupagem e a montagem são regidas pela
sucessão de canções, corais, danças coreografadas, em completo
descompromisso com as condições do ambiente. Ou seja, com a liberdade
dos musicais."
Direção e Roteiro: Lima Barreto
Empresa Produtora: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Direção Fotografia: Chick Fowle
Diálogos: Raquel de Queiróz
Montagem: Lúcio Braun e José Baldacconi
Edição: Oswaldo Hafenrichter
Cenografia: Pierino Massenzi
Figurino: Caribé
Engenharia de som: Erik Rasmussen e Ernst Hack
Trilha Sonora: Gabriel Migliori
Elenco: Alberto Ruschel
Marisa Prado
Milton Ribeiro
Vanja Orico
Ricardo Campos
Adoniran Barbosa
Neusa Veras
Zé do Norte
Nicolau Sala
Fonte: Cinemateca Brasileira e Programadora Brasil
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23/07/2011, Sábado - Horário 19:00
Longa-metragem / Sonoro / Ficção
Duração: 90min
Ano: 1953
País: Brasil
Gênero: Aventura
"O cangaceiro Galdino e seu bando semeiam o terror pela caatinga nordestina. Com a intenção de pedir um alto resgate, Galdino rapta a professora Olívia, durante um assalto do grupo a um pequeno lugarejo. Teodoro, lugar-tenente do capitão Galdino, apaixona-se por Olívia, sendo prontamente correspondido. Impulsionado por seu amor, ele resolve libertar Olívia."
"O clássico de Lima Barreto é a apoteose de uma cinematografia brasileira
que procurava se pautar pelo cinema internacional de sua época.
O projeto da Companhia Vera Cruz tratava de promover a industrialização
do setor mediante um diálogo assumido com as grandes linhas do
cinema de estúdio europeu e norte-americano. Daí a frequência com
que vemos a brasilidade de O cangaceiro cruzar com práticas e técnicas
hollywoodianas."
"O modelo do western parcialmente aclimatado ao Nordeste brasileiro
(rodado no interior de São Paulo) tem elementos bastante característicos,
como a cidadezinha aterrorizada por bandidos, o sequestro da mocinha,
o par romântico e as relações de ciúme, a fuga, a perseguição etc.
Outro gênero que perpassa O cangaceiro é o do filme musical. Das
molduras inicial e final sonorizadas pela canção Muié rendera à longa
sequência da festa do bando, passando pela suntuosa trilha orquestral
de Gabriel Migliori, quase tudo no filme respira música. Na festa
noturna, especialmente, a decupagem e a montagem são regidas pela
sucessão de canções, corais, danças coreografadas, em completo
descompromisso com as condições do ambiente. Ou seja, com a liberdade
dos musicais."
Direção e Roteiro: Lima Barreto
Empresa Produtora: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Direção Fotografia: Chick Fowle
Diálogos: Raquel de Queiróz
Montagem: Lúcio Braun e José Baldacconi
Edição: Oswaldo Hafenrichter
Cenografia: Pierino Massenzi
Figurino: Caribé
Engenharia de som: Erik Rasmussen e Ernst Hack
Trilha Sonora: Gabriel Migliori
Elenco: Alberto Ruschel
Marisa Prado
Milton Ribeiro
Vanja Orico
Ricardo Campos
Adoniran Barbosa
Neusa Veras
Zé do Norte
Nicolau Sala
Fonte: Cinemateca Brasileira e Programadora Brasil
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segunda-feira, 11 de julho de 2011
Mostra Cinema e Cangaço - Deus e o Diabo na Terra do Sol
13/07/2011, Quarta-Feira - Horário 20:00
16/07/2011, Sábado - Horário 19:00
Longa-metragem / Sonoro / Ficção
Duração: 110min
Ano: 1964
País: Brasil
Gênero: Drama
"Manuel e Rosa subexistem no sertão nordestino por meio de trabalhos prestados a um coronel. No dia da partilha de gado entre Manuel e o coronel os dois discutem e Manuel vinga a injustiça do coronel com sangue. Perseguido, Manuel mata dois capangas do coronel mas um deles mata sua mãe. Sem mais raízes na casa materna, Manuel resolve seguir o beato Sebastião e seus fiéis. Rosa, sempre cética ao poder de Sebastião, tenta persuadir o marido a desistir da vida santa. Mas Manuel se dedica ardorosamente ao beato, compartilhando com ele um sacrifício de uma criança, quando Rosa, desesperada, assassina o beato enquanto Antônio das Mortes arrasa todos os seguidores de Sebastião. Manuel e Rosa, mais uma vez, se entregam ao destino do sertão, até encontrarem Corisco, o diabo loiro."
"Mais célebre filme de Glauber Rocha e talvez o título brasileiro mais conhecido no mundo, Deus e o diabo na terra do sol é um extravagante exercício autoral, no qual se misturam influências do cinema realista, do faroeste norte-americano, da literatura de cordel e da dramaturgia do teatro simbolista. Deus e o diabo na terra do sol é um filme repleto de simbologia, que usa os personagens para recriar as forças conflitantes no Nordeste empobrecido. O líder messiânico representa Deus como solução para as injustiças sociais; o cangaceiro é o satanás, ou seja, a solução pela força. O matador de aluguel restitui o equilíbrio, afirmando que nem Deus, nem o seu algoz, são donos da razão. A terra pertence ao homem é o que diz o filme de Glauber Rocha, que imprime as suas convicções marxistas e revolucionárias com um discurso de grande força visual, amparado pela trilha sonora composta por Sérgio Ricardo, a partir da influência do trovadorismo sertanejo e da poesia popular do cordel."
Direção: Glauber Rocha
Roteiro: Glauber Rocha e Walter Lima Jr.
Companhia Produtora: Copacabana Filmes
Produção Executiva: Luiz Augusto Mendes
Direção Fotografia: Waldemar Lima
Montagem: Rafael Justo Valverde e Glauber Rocha
Direção de Arte: Paulo Gil Soares
Som: Rafael Valverde
Trilha Sonora: Sérgio Ricardo, Glauber Rocha e Heitor Villa-Lobos
Elenco: Geraldo Del Rey
Yoná Magalhães
Maurício do Valle
Othon Bastos
Sônia dos Humildes
Lídio Silva
Moradores de Monte Santo
Fonte: Cinemateca Brasileira e Programadora Brasil
16/07/2011, Sábado - Horário 19:00
Longa-metragem / Sonoro / Ficção
Duração: 110min
Ano: 1964
País: Brasil
Gênero: Drama
"Manuel e Rosa subexistem no sertão nordestino por meio de trabalhos prestados a um coronel. No dia da partilha de gado entre Manuel e o coronel os dois discutem e Manuel vinga a injustiça do coronel com sangue. Perseguido, Manuel mata dois capangas do coronel mas um deles mata sua mãe. Sem mais raízes na casa materna, Manuel resolve seguir o beato Sebastião e seus fiéis. Rosa, sempre cética ao poder de Sebastião, tenta persuadir o marido a desistir da vida santa. Mas Manuel se dedica ardorosamente ao beato, compartilhando com ele um sacrifício de uma criança, quando Rosa, desesperada, assassina o beato enquanto Antônio das Mortes arrasa todos os seguidores de Sebastião. Manuel e Rosa, mais uma vez, se entregam ao destino do sertão, até encontrarem Corisco, o diabo loiro."
"Mais célebre filme de Glauber Rocha e talvez o título brasileiro mais conhecido no mundo, Deus e o diabo na terra do sol é um extravagante exercício autoral, no qual se misturam influências do cinema realista, do faroeste norte-americano, da literatura de cordel e da dramaturgia do teatro simbolista. Deus e o diabo na terra do sol é um filme repleto de simbologia, que usa os personagens para recriar as forças conflitantes no Nordeste empobrecido. O líder messiânico representa Deus como solução para as injustiças sociais; o cangaceiro é o satanás, ou seja, a solução pela força. O matador de aluguel restitui o equilíbrio, afirmando que nem Deus, nem o seu algoz, são donos da razão. A terra pertence ao homem é o que diz o filme de Glauber Rocha, que imprime as suas convicções marxistas e revolucionárias com um discurso de grande força visual, amparado pela trilha sonora composta por Sérgio Ricardo, a partir da influência do trovadorismo sertanejo e da poesia popular do cordel."
Direção: Glauber Rocha
Roteiro: Glauber Rocha e Walter Lima Jr.
Companhia Produtora: Copacabana Filmes
Produção Executiva: Luiz Augusto Mendes
Direção Fotografia: Waldemar Lima
Montagem: Rafael Justo Valverde e Glauber Rocha
Direção de Arte: Paulo Gil Soares
Som: Rafael Valverde
Trilha Sonora: Sérgio Ricardo, Glauber Rocha e Heitor Villa-Lobos
Elenco: Geraldo Del Rey
Yoná Magalhães
Maurício do Valle
Othon Bastos
Sônia dos Humildes
Lídio Silva
Moradores de Monte Santo
Fonte: Cinemateca Brasileira e Programadora Brasil
terça-feira, 5 de julho de 2011
Mostra Cinema e Cangaço - O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro
06/07/2011, Quarta-Feira - Horário 20:00
09/07/2011, Sábado - Horário 19:00
Longa-metragem / Sonoro / Ficção
Duração: 99min
Ano: 1969
País: Brasil
Gênero: Drama
"Coirana e um grupo de cangaceiros invadem o Jardim das Piranhas ameaçando instalar o caos. Apesar da oposição do coronel Horácio, Matos contrata Antonio das Mortes para exterminar o bando. Em Jardim das Piranhas, o clima é tenso, o delírio de grandeza do Coronel, as ambições políticas do delegado, a desilusão do professor, a solidão triste de Laura, e a crise mística do padre. Após duelar com Coirana e vencê-lo, Antonio das Mortes recebe uma revelação da Santa e passa a agir em nome de seus conceitos de moral e justiça. Unindo-se ao Professor, elimina os jagunços de Mata Vaca, contratados pelo coronel Horácio."
"Utilizando tons alegóricos, o diretor Glauber Rocha — em seu primeiro longa-metragem colorido (com imagens assinadas por Affonso Beato) — mistura influências que vão da literatura de cordel à ópera, passando por elementos do western norte-americano, para construir o que é considerado por muitos como sua obra-prima, merecedora dos prêmios de melhor direção e da crítica internacional no Festival de Cannes de 1969. Como apontou a crítica, contradição e violência encontram o êxtase e a beleza em O dragão da maldade contra o santo guerreiro."
Direção e Roteiro: Glauber Rocha
Empresa: Mapa Filmes
Produção Executiva: Zelito Viana
Fotografia: Affonso Beato
Montagem: Eduardo Escorel
Direção de Arte e Figurino: Glauber Rocha
Paulo Lima
Paulo Gil Soares
Técnico de Som Direto: Walter Goulart
Edição Som: Carlos Dela Riva
Paulo Lima
Elenco: Maurício do Valle
Odete Lara
Othon Bastos
Hugo Carvana
Jofre Soares
Lorival Pariz
Rosa Maria Penna
Emanuel Cavalcanti
Mário Gusmão
Vinícius Salvatori
Sante Scaldaferri
Fonte: Cinemateca Brasileira e Programadora Brasil
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09/07/2011, Sábado - Horário 19:00
Longa-metragem / Sonoro / Ficção
Duração: 99min
Ano: 1969
País: Brasil
Gênero: Drama
"Coirana e um grupo de cangaceiros invadem o Jardim das Piranhas ameaçando instalar o caos. Apesar da oposição do coronel Horácio, Matos contrata Antonio das Mortes para exterminar o bando. Em Jardim das Piranhas, o clima é tenso, o delírio de grandeza do Coronel, as ambições políticas do delegado, a desilusão do professor, a solidão triste de Laura, e a crise mística do padre. Após duelar com Coirana e vencê-lo, Antonio das Mortes recebe uma revelação da Santa e passa a agir em nome de seus conceitos de moral e justiça. Unindo-se ao Professor, elimina os jagunços de Mata Vaca, contratados pelo coronel Horácio."
"Utilizando tons alegóricos, o diretor Glauber Rocha — em seu primeiro longa-metragem colorido (com imagens assinadas por Affonso Beato) — mistura influências que vão da literatura de cordel à ópera, passando por elementos do western norte-americano, para construir o que é considerado por muitos como sua obra-prima, merecedora dos prêmios de melhor direção e da crítica internacional no Festival de Cannes de 1969. Como apontou a crítica, contradição e violência encontram o êxtase e a beleza em O dragão da maldade contra o santo guerreiro."
Direção e Roteiro: Glauber Rocha
Empresa: Mapa Filmes
Produção Executiva: Zelito Viana
Fotografia: Affonso Beato
Montagem: Eduardo Escorel
Direção de Arte e Figurino: Glauber Rocha
Paulo Lima
Paulo Gil Soares
Técnico de Som Direto: Walter Goulart
Edição Som: Carlos Dela Riva
Paulo Lima
Elenco: Maurício do Valle
Odete Lara
Othon Bastos
Hugo Carvana
Jofre Soares
Lorival Pariz
Rosa Maria Penna
Emanuel Cavalcanti
Mário Gusmão
Vinícius Salvatori
Sante Scaldaferri
Fonte: Cinemateca Brasileira e Programadora Brasil
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
Mostra Cinema e Cangaço - Os Três Cangaceiros
29/06/2011, Quarta-Feira - Horário 20:00
02/07/2011, Sábado - Horário 19:00
Longa-metragem / Sonoro / Ficção
Duração: 102min
Ano: 1961
País: Brasil
Gênero: Comédia
"A cidade de Desterro sofre o ataque do bando do cangaceiro Tranca-pés. Dois covardes locais, Aristides Pelado, o farmacêutico da Botica dos Aflitos, e Carlos Bronco, dentista e fotógrafo, amam a jovem Rosinha, filha de um abastado fazendeiro. Ela, porém, os despreza, porque gosta de homens valentes, como o misterioso personagem "Onça Vingadora", que combate sozinho os cangaceiros."
Direção: Victor Lima
Argumento e Roteiro: Victor Lima
Direção de Fotografia: Amleto Daissé
Direção de Som: Nelson Ribeiro; Jorge Felício
Montagem: Rafael Justo Valverde
Cenografia: Alexandre Horvath
Música: Remo Usai
Elenco: Ankito
Ronald Golias
Grande Otelo
Neide Aparecida
Átila IórioMartins
Nelly Silva
Paulete Melo
Angelito
Wilson Grey
Carlos Tovar
Zequinha
Quinzinho
Arnaldo Montel
Fonte: Cinemateca Brasileira
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02/07/2011, Sábado - Horário 19:00
Longa-metragem / Sonoro / Ficção
Duração: 102min
Ano: 1961
País: Brasil
Gênero: Comédia
"A cidade de Desterro sofre o ataque do bando do cangaceiro Tranca-pés. Dois covardes locais, Aristides Pelado, o farmacêutico da Botica dos Aflitos, e Carlos Bronco, dentista e fotógrafo, amam a jovem Rosinha, filha de um abastado fazendeiro. Ela, porém, os despreza, porque gosta de homens valentes, como o misterioso personagem "Onça Vingadora", que combate sozinho os cangaceiros."
Direção: Victor Lima
Argumento e Roteiro: Victor Lima
Direção de Fotografia: Amleto Daissé
Direção de Som: Nelson Ribeiro; Jorge Felício
Montagem: Rafael Justo Valverde
Cenografia: Alexandre Horvath
Música: Remo Usai
Elenco: Ankito
Ronald Golias
Grande Otelo
Neide Aparecida
Átila IórioMartins
Nelly Silva
Paulete Melo
Angelito
Wilson Grey
Carlos Tovar
Zequinha
Quinzinho
Arnaldo Montel
Fonte: Cinemateca Brasileira
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
Mostra Cinema e Cangaço - Canta Maria
15/06/2011, Quarta-Feira - Horário 20:00
18/06/2011, Sábado - Horário 19:00
Longa-metragem / Sonoro / Ficção
Duração: 82min
Ano: 2006
País: Brasil
Gênero: Drama
"Em 1930, o nordeste brasileiro está em guerra. Tropas do exército perseguem os cangaceiros. Uma mulher vive nesse fogo cruzado: Maria."
Direção e Produção: Francisco Ramalho Jr.
Roteiro: Francisco Ramalho Jr. - baseado no romance "Os Desvalidos", de Francisco J.C. Dantas
Fotografia: Lúcio Kodato
Montagem: Manga Campion
Música: Dimi Kireeff
Som: Leandro Lima
Direção de arte: Ana Cláudia Piacenti
Elenco: Vanessa Giácomo.......................Maria
Marco Ricca..............................Filipe
Edward Boggiss.........................Coriolano
José Wilker................................Lampião
Rodrigo Penna............................Loquinho
Aloísio de Abreu.........................Soldado de bigode
Tião D'Ávila................................Tio de Maria
Neusa Maria Faro.......................Tia de Maria
Francisco Carvalho......................Zé Fernandes
Eliete Cigarini...............................Mãe de Maria
Ravi Lacerda................................Soldado da vila
Fonte: Cinemateca Brasileira
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18/06/2011, Sábado - Horário 19:00
Longa-metragem / Sonoro / Ficção
Duração: 82min
Ano: 2006
País: Brasil
Gênero: Drama
"Em 1930, o nordeste brasileiro está em guerra. Tropas do exército perseguem os cangaceiros. Uma mulher vive nesse fogo cruzado: Maria."
Direção e Produção: Francisco Ramalho Jr.
Roteiro: Francisco Ramalho Jr. - baseado no romance "Os Desvalidos", de Francisco J.C. Dantas
Fotografia: Lúcio Kodato
Montagem: Manga Campion
Música: Dimi Kireeff
Som: Leandro Lima
Direção de arte: Ana Cláudia Piacenti
Elenco: Vanessa Giácomo.......................Maria
Marco Ricca..............................Filipe
Edward Boggiss.........................Coriolano
José Wilker................................Lampião
Rodrigo Penna............................Loquinho
Aloísio de Abreu.........................Soldado de bigode
Tião D'Ávila................................Tio de Maria
Neusa Maria Faro.......................Tia de Maria
Francisco Carvalho......................Zé Fernandes
Eliete Cigarini...............................Mãe de Maria
Ravi Lacerda................................Soldado da vila
Fonte: Cinemateca Brasileira
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